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Para todo o sempre...
Caminharei insistindo com que a solidao deixe-me em paz com a minha angustia e a minha dor.
Uma dor que nao hà remédios, aquela dor que encomoda a todos instantes, a minha dor que nao hà curas.
O meu ser vagando pelas estradas percorridas de uma alma vazia.
Angustia angustiada com mais um renascer do dia.
Imaginaçoes que passam em minha mente sem perceber o risco de apenas pensa-las.
Inoscencia é a furia dos ousados que as rodeiam emplorando o perdao que as jamais terao.
Talvez essa dor resume-se em ilusao,
a tal ilusao que a todos temem.
Ilusao dos fatos ocorridos que morrem em passar em pensamentos absurdos.
10/03/2009
By: Débora Corneo
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